— Kadu, vou pedir uma pizza, pode ser? — perguntou Hérika, jogando-se no sofá de forma absolutamente indecente.
O vestido? Curto. Decotado. Transparente sob a luz da sala.
A lingerie? Nenhuma.
A intenção? Claríssima.
— Pode, amor… — respondeu ele, já rindo. — Você tá impossível hoje.
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Ela piscou, mordendo o lábio.
— Não tô impossível… só tô com vontade de brincar.
Pediu a pizza. Marguerita grande. Nada demais.
Mas os olhos… brilhavam como se tivesse encomendado algo muito mais apimentado.
Meia hora depois, o interfone tocou.
— Deixa que eu atendo — disse ela, saltando do sofá.
Kadu ficou parado, observando. Hérika foi até a porta. Não colocou nada a mais. Nem um casaquinho.
Pelo contrário: puxou o vestido ainda mais pra cima, deixando a curva da bundinha quase visível. Os seios enormes balançavam soltos por baixo do tecido leve.
— Boa noite… — disse ao abrir a porta, com a pizza já em mãos.
O entregador travou. Jovem. Olhos arregalados. Tentando manter o foco no papel do pagamento, mas falhando miseravelmente.
— Aqui… é… são quarenta e nove e noventa… — disse ele, completamente desnorteado.
— Ai, será que tenho o trocado? — disse ela, fingindo procurar em cima do balcão, virando-se de costas.
E se abaixou.
O vestido subiu. Muito.
A ponto de revelar tudo. T-U-D-O.
Pele branca, lisinha. Cintura marcada. Nada escondido.
O rapaz engoliu seco. Olhou rápido ao redor. Ninguém no corredor. Só ele… e o paraíso.
Kadu, à meia luz no sofá, assistia tudo. Quieto. Excitado. Orgulhoso.
Vendo sua mulher se tornar um furacão.
— Acho que não tenho o troco… posso pagar com um beijo? — disse ela, virando-se devagar, segurando a pizza com uma mão, e com a outra puxando o vestido para baixo sem pressa nenhuma.
O entregador riu, nervoso.
— Eu… eu… não sei se posso…
Ela se aproximou.
— Claro que não pode. Mas isso é o mais divertido, não é?
Chegou pertinho.
O decote escancarado. Os bicos dos seios marcando o tecido fino. O cheiro doce e quente da pele.
O toque da mão dela, rápida, suave, roçando o braço dele.
— Boa noite… e obrigado pela entrega — sussurrou no ouvido dele.
Fechou a porta.
Encostou-se nela, mordendo o lábio. Olhou para Kadu, que estava praticamente derretendo no sofá.
— Exagerei? — perguntou, fingindo inocência.
— Você passou todos os limites — disse ele, ofegante.
Ela riu.
— Ainda bem. Tava precisando ultrapassar uns…