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Exibição na Borracharia

A estrada estava deserta, o sol começava a se pôr, e o calor ainda dançava sobre o asfalto. Hérika dirigia sozinha, a música alta, os cabelos longos soltos ao vento. Vestia apenas uma sainha jeans curtíssima e uma blusinha de alcinha colada, sem sutiã, sem calcinha — como adorava quando queria sentir-se livre. E naquele dia, ela queria.

Foi então que sentiu o carro puxar para o lado. Pneu furado.
Ela parou no acostamento e suspirou, fingindo frustração.
— Ah, não… justo agora?

Mas no fundo, ela sorria. Havia uma borracharia não muito longe, lembrava de ter passado por ela minutos antes. Meio abandonada, de beira de estrada. Talvez… interessante.

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Dirigiu devagar até lá, o carro balançando. Quando parou, dois homens sujos de graxa levantaram os olhos e congelaram.

Hérika saiu do carro como quem sabe o efeito que causa. A sainha subia a cada passo. A blusinha marcava cada detalhe dos seus seios fartos e empinados. Ela caminhou com calma, os saltos ecoando no chão de cimento rachado.

— Boa tarde… meu pneu furou — disse, com a voz doce e provocante.

Os borracheiros pareciam hipnotizados. Um deles limpou as mãos nervosamente na calça.

— P-pode deixar… a gente vê isso pra você agora mesmo, moça.

Um deles se abaixou ao lado do carro, o outro entrou debaixo.

— Moça… nesse caso, a senhora podia vir aqui dar uma olhada também, só pra mostrar onde tá o barulho… — disse um deles, a voz já engasgada de desejo.

Ela se inclinou, fingindo examinar. A sainha mal cobria alguma coisa. Quem estava embaixo do carro tinha a visão mais indecente que um homem poderia sonhar: a luz entrando pelas frestas, iluminando as pernas dela… e o que havia entre elas.

— Assim? Aqui? — perguntou inocente, abrindo as pernas sem nenhuma cerimônia.

— A-aqui mesmo… — veio a resposta abafada.

Outro chegou. Um caminhoneiro que parou “só pra ver se estava tudo bem”. Depois mais um. E outro.
A borracharia virou espetáculo.

Ela sabia. Estava oferecendo um show ao vivo.

Fingia pegar algo no carro, se abaixava. Cruzava e descruzava as pernas. Deixava a blusinha escorregar só um pouco.
Um dos borracheiros suava. O outro tremia. Um mais jovem deixou cair a chave inglesa quando ela se curvou diante dele.

— Tá tudo certo com o pneu? — perguntou, com ar sapeca.

— N-não sei… mas com a senhora… tá tudo certo demais…

Ela riu.

À noite, deitada em casa, pegou o celular.

Hérika: “Amor, você não vai acreditar no que aconteceu hoje na estrada… 😈”

E começou a contar tudo. Cada detalhe.
Kadu leu em silêncio. As mensagens chegaram uma a uma, como se ela sussurrasse em seu ouvido.
E, a cada frase, ele ardia.

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