O camping era simples, rústico, perdido entre árvores altas e o cheiro úmido da mata. O calor da tarde era abafado, e a trilha de terra batida levava até os pequenos banheiros improvisados com tijolos antigos e portas de madeira, já apodrecidas embaixo. Um buraco discreto, na altura exata dos olhos, marcava a porta do box mais ao fundo.
Hérika caminhava tranquilamente até lá, usando apenas uma toalha curta enrolada no corpo. Kadu ainda estava na barraca, cochilando, enquanto ela decidira tomar um banho rápido pra se refrescar. O lugar estava silencioso, mas não completamente vazio. Homens andavam de um lado pro outro entre barracas, redes, churrasqueiras. Alguns perceberam a direção que ela tomou. Um deles, mais ousado, foi atrás.
Ela escolheu justamente o box com a porta furada — se por coincidência ou intenção, só ela sabia. E quando deixou a toalha cair, revelando a pele branquinha, os seios cheios e firmes, o bumbum empinadinho, a visão foi um convite ao pecado.
Leia também na categoria Hérika: Exibicionismo no banheiro do camping 2
A água fria caiu sobre seu corpo, fazendo seus mamilos enrijecerem imediatamente. Ela passou a mão no corpo com um sabonete branco, lentamente. Primeiro os ombros, depois os seios, apertando levemente. Desceu para a barriga lisa, as coxas finas, e então entre as pernas. A espuma escorria preguiçosa pela pele clara e molhada.
Do outro lado do buraco, dois homens se revezavam para espiar. Os olhos arregalados, a respiração pesada. Um deles já estava com a calça aberta, a mão se movimentando no pau duro, suando. O outro só murmurava baixinho:
— Meu Deus… olha essa mulher…
E ela sabia.
A cada movimento mais lento, a cada virada sutil pro lado certo… ela mostrava um pouco mais. Enfiou dois dedos entre as pernas para lavar, mas os movimentos se alongaram, ficaram circulares. Ela mordeu o lábio inferior. Passou a mão nos cabelos molhados. Empinou-se ao virar de costas pro chuveiro, abrindo levemente as pernas enquanto lavava o bumbum. Os olhos atrás da porta estavam em transe.
Kadu chegou pouco depois, procurando por ela. Quando viu os caras parados perto do banheiro, já suspeitou. Um deles tentou disfarçar e sair. O outro continuou colado no buraco. Kadu se aproximou em silêncio, viu por cima do ombro do espiador — e o mundo parou por um segundo.
Lá dentro estava ela.
Sua mulher. Hérika. Pelada, molhada, ensaboando os seios enquanto olhava para o buraco. E sorria. Um sorriso malicioso, criminoso, carregado de prazer.
Kadu sentiu o pau crescer no mesmo instante. A visão de outros homens se masturbando ao verem sua mulher só aumentava o tesão. O ciúme latejava no fundo do peito, mas era afogado pelo desejo animalesco.
Ele não interrompeu.
Ele ficou. Observando. Vendo ela se exibir. Sentindo o sangue ferver e o corpo pedir por ela como nunca. Ela virou de frente, deu uma última lavada entre as pernas — e piscou discretamente na direção do buraco, sabendo que ele agora estava ali.
Quando ela saiu, a toalha nem escondeu muito. Os olhos de Kadu estavam em chamas.
Na trilha de volta até a barraca, ele segurava firme a mão dela.
— Você… você fez isso de propósito, não fez?
Ela apenas sorriu.
— E se eu tiver feito?
Eles não chegaram nem a fechar o zíper da barraca quando entraram e se atracaram…