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Hérika e o garotão sarado do camping

Era fim de tarde no camping. A quadra de vôlei reunia turistas, jovens e corpos bronzeados. Kadu resolveu dar uma volta, distraído com alguns conhecidos. Foi um erro.

Quando voltou os olhos para a quadra, cadê a Hérika?

Ela estava ali minutos antes, de biquini fio dental, jogando bola, rindo, se agachando, se exibindo pra geral cada vez que pulava ou abaixava. E ao lado dela, o tal do garotão sarado — cabelos curtos, peito definido, olhar predador.

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E agora? Nada. Sumiram.

O coração de Kadu disparou. A mente virou um labirinto de pensamentos sujos, malditos e deliciosos. Imagens dela sendo levada pra trás de alguma árvore, encostada numa pedra, cavalgando o sarado com fome, tomando gozada na cara…

Quarenta minutos depois ela aparece.

Suada. Rindo. Com os cabelos bagunçados e o parte de cima do biquini mal ajustada.

O garotão ao lado, com aquele sorriso de quem sabe que venceu alguma coisa. Olhou para Kadu como quem diz: “A sua fêmea sentou no meu pau.”

“Hérika, onde você estava?” — Kadu pergunta com a voz seca, o pau latejando de raiva e tesão.

“Ah amor, ele só me mostrou um mirante aqui perto, no final da trilha. Lindo, você ia adorar.”

Mas as marcas estavam ali. Claras.

Os seios estavam marcados, como se tivessem sido apertados com força. Havia sinais de mãos nas coxas brancas. Um roxinho leve no pescoço.

Na barraca, ele a despiu com pressa, examinando cada centímetro daquele corpo safado.

“Você transou com ele?”

“Não, amor. Claro que não. Ele só mostrou o lugar, conversamos, e voltamos.”

“E isso aqui? Essas marcas Hérika?”

Ela deu risada, encolhendo os ombros:

“Ai amor… você tá tão paranóico… não tem marca estranha nenhuma… eu tava jogando vôlei você se lembra? a gente cai, se arrasta na quadra, leva bolada…”

Mas logo depois provocou, com um brilho malicioso no olhar:

“E se eu tivesse deixado ele me pegar rapidinho no meio da trilha, escondidinha no mato? Você ia fazer o quê?”

Kadu explodiu. Tomado por uma fúria sexual, colocou ela de quatro na barraca, e fodeu como um animal possessivo, socando fundo, puxando cabelos, marcando a pele já marcada. A mente ainda em transe. Teria ela levado rola do garotão mesmo? Ou estava só jogando com ele?

A dúvida nunca passou. E o tesão ficou ainda maior.

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