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Touro mecânico sem calcinha

A noite na festa de peão estava elétrica. As luzes amarelas e vermelhas misturavam poeira e suor no ar quente, enquanto a música sertaneja rolava alto e os peões bebiam nos bares improvisados. Eu e ela estávamos na beirada da arena, observando a fila de pessoas que se amontoavam para encarar o touro mecânico. O som das risadas, os olhos que brilhavam de desafio e a tensão no ar faziam meu pau pulsar em antecipação.

Ela me lançou aquele sorriso malicioso, um convite sem palavras que só eu sabia decifrar.

— Amor, e se eu subisse lá… sem calcinha? — sussurrou no meu ouvido, o calor da voz fazendo minha pele arrepiar.

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A ideia me deixou duro na hora. A festa inteira poderia ver a bucetinha dela exposta, macia e quente aparecendo entre as pernas abertas, ao ritmo selvagem do touro. Eu não resisti.

— Vem comigo — puxei ela para um canto escuro, longe dos olhares indiscretos. — Tira essa calcinha agora puta safada!!!

Ela obedeceu sem pestanejar com um risinho no rosto, sabendo que eu já estava louco de tesão. Ela subiu o vestidinho, a mão delicada deslizou pelo corpo e a calcinha desceu enrolando nas pernas grossas, deixando a bucetinha toda exposta, o rastro do calor do nosso desejo. Um arrepio percorreu minha espinha quando vi ela guardando a calcinha fio minúscula na bolsa e baixando o vestido.

Voltamos para a fila, a tensão já era quase insuportável. Os corações disparavam, os olhos dos homens já atentos em cada movimento dela. Quando chegou a vez dela, o mundo parecia diminuir, tudo girava em câmera lenta. Ela subiu no touro mecânico com a confiança de uma deusa safada, o vestido grudado no corpo, ameaçando subir.

A arena inteira se calou por um segundo antes de explodir em gritos e assobios. Ela abriu as pernas sem vergonha, deixando a bucetinha lisinha à mostra, brilhando sob as luzes. A bucetinha dela parecia viva, pulsando com cada movimento do touro. Eu estava ao lado, o pau latejando, quase rompendo as calças.

Os peões enlouqueciam, babando, enquanto as mulheres ao redor olhavam horrorizadas, umas sussurrando e outras arregalando os olhos, chocadas com a ousadia da minha deusa tesuda e exibida. Ela quase caiu mais de uma vez, mas se segurava firme, o corpo quente, a boca entreaberta em suspiros e gemidos quase inaudíveis que só eu conseguia ouvir.

Quando ela finalmente escorregou de bunda e caiu do touro, as pernas ficaram escancaradas por um segundo, um convite claro para os homens que a cercavam. Os gritos se tornaram mais altos, as cantadas começaram baixinho e foram aumentando de volume:

— “Garota, você é fogo puro, hein?”
— “Nunca vi mulher mais louca por aqui…”
— “Deixa eu te mostrar como é que se faz um peão feliz.”

Ela ria, provocava, jogava o cabelo para trás e passava o olhar em mim, cheia de orgulho e desejo. Eu só conseguia sentir o pau doer e o sangue ferver de tanta vontade.

Na saída, os homens tentaram se aproximar, mas eu a protegia com um sorriso possessivo. O corpo dela irradiava um fogo incontrolável, e nossos olhos se encontraram cheios de tesão. Caminhamos juntos para fora da arena, nossos corpos colados, as mãos se buscando, as bocas querendo mais.

— Nunca senti isso antes amor, eu tô completamente excitada — ela murmurou, ofegante, o brilho da adrenalina nos olhos.

— Eu também não — respondi, meu pau vai estourar a calça, puxando ela para um beijo que já prometia tudo o que ainda viria naquela noite.

Ela no touro mecânico sem calcinha roubou a cena, incendiou a festa e virou desejo proibido para todos que assistiram aquele espetáculo de pura provocação e tesão. Espetáculo de um casal safado e tarado!

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