Era uma tarde quente e preguiçosa naquela casa simples onde vivíamos, só eu e Alexandre. Ele sempre foi tímido, caseiro, pouco dado a tocar em mim — e eu sentia isso no corpo, no desejo acumulado que queimava toda vez que ele me evitava.
Hoje, eu decidi que não iria mais me esconder nem me contentar com migalhas. Estava cansada de ser ignorada, de me sentir só nessa relação. Por isso, quando o telefone tocou, e vi a mensagem do Mauro, não hesitei: ele sempre foi mais selvagem, aquele homem que me fazia tremer só de lembrar, aquele que me fazia sentir mulher de verdade, desde a época da faculdade.
Alexandre estava sentado no sofá, com aquela cara de quem não percebe nada, mexendo no celular, distraído, longe de mim. Eu caminhei até ele, o olhar cheio de fogo, e dei um sorriso malicioso.
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— Amor, hoje vai ser diferente — sussurrei no ouvido dele, enquanto me encostava devagar, deixando o calor do meu corpo bater contra o dele.
Ele tentou dizer algo, mas eu interrompi.
— Não me faça repetir — disse, puxando a calcinha fio dental para o lado, mostrando a buceta molhada e avermelhada. — Você vai assistir.
Alexandre engoliu seco, seus olhos brilhando com aquela mistura de vergonha e excitação. Ele sabia o que eu queria, e por dentro, eu podia ver o desejo preso, pulsando, mas ele nunca tinha coragem. Hoje, não.
O telefone tocou de novo, era Mauro chegando, prometendo que ia me levar para o céu — e dessa vez, Alexandre seria só um espectador da minha libertação.
Assim que Mauro entrou, o clima mudou. Ele era alto, forte, moreno, com aquele olhar predador e o pau enorme, quase transbordando da calça jeans apertada. Bruna se levantou, deixando claro na postura que ela era minha dona, minha rainha, minha mulher entregue ao prazer.
Ela me olhou de cima a baixo, o sorriso travesso, e então me puxou para perto.
— Quer ver como uma mulher de verdade goza? — perguntou, provocando, enquanto Mauro se aproximava por trás dela, empurrando o vestidinho dela para baixo lentamente, arrastando a calcinha de lado e expondo aquela bucetinha macia e suada, o canal dilatado e úmido, esperando o toque feroz.
Me sentei no canto, com o pau duro na mão, tentando controlar a excitação que dominava o corpo.
Mauro não perdeu tempo. Com um gemido grave, ele invadiu Bruna, com golpes fortes, duros, rápidos, enquanto ela gemia alto, mordendo o ombro dele, deixando escapar palavras sujas e comandos ferozes para mim.
— Olha para ele, seu corno — Bruna falou, com voz rouca, os olhos brilhando — Vai gozar na mão enquanto eu sou fodida por um homem de verdade.
Eu obedeci, a palma quente segurando firme, o corpo tremendo de tesão e vergonha, vendo minha mulher entregando-se com total selvageria.
Mauro gozou primeiro, um jato quente e grosso, sentindo a buceta dela se fechar ao redor do membro, e Bruna gritou, mordendo os lábios com força, sentindo a onda de prazer explodir por dentro.
Eu continuava ali, na punheta, olhando para tudo, humilhado, excitado, enquanto observava a cena, entre desejo e poder, vendo aquela troca intensa de dominação.
Quando tudo terminou, Bruna se virou para mim, com um sorriso malicioso e os olhos cheios de promessa.
— Gostou seu corno frouxo punheteiro? Aprendeu como se fode uma mulher feito eu???
Eu nem consegui responder, todo corno e humilhado por minha esposinha puta…