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Faxina safada

O sábado amanheceu quente, céu limpo, aquele sol escaldante batendo direto na casa da Hérika. Ela acordou disposta, animada… e tarada, como de costume. Olhou pela janela da sua suíte e percebeu o movimento já habitual das janelas do prédio vizinho. Homens — e até algumas mulheres — sempre davam um jeito de estar por ali quando ela estava em casa.

Hérika era ciente do poder que tinha. Branquinha, corpo magro, cintura fininha, mas contrastando com seios enormes, redondos e perfeitamente empinados. A bunda? Pequenininha, dura, arrebitada, do tipo que parece ter sido esculpida à mão. Um corpo de causar acidente. E ela sabia. Sabia muito bem.

Colocou uma calcinha minúscula, rendada, praticamente um fio dental, e um sutiã branco que mal comportava seus seios fartos. Cabelos soltos, bagunçados, aquele visual de “acordei assim e já te deixei duro”. Pegou o balde, vassoura, panos e começou a faxina.

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O quintal dos fundos, a área da lavanderia e as janelas da casa dela ficavam exatamente de frente para o prédio vizinho. Bastava olhar pra cima e lá estavam eles: vizinhos discretamente atrás das cortinas, outros mais sem-vergonha já escancarados na janela, fingindo tomar um café, atender um telefonema, ou simplesmente encarando na cara dura.

Hérika percebeu logo. E, claro, aquilo só fez seu corpo acender ainda mais. O tesão subiu no mesmo ritmo do calor. A cada passada de pano, ela se abaixava exagerando na curvinha da bunda. Empinava, esticava os braços pra limpar os vidros, e os seios quase pulavam pra fora do sutiã.

Limpando o chão, ajoelhada, as pernas abertas… A visão era simplesmente pornográfica. Ela fingia não perceber, mas seus olhos, vez ou outra, subiam em direção às janelas — e era inevitável não sorrir, safada, ao ver homens ajeitando os paus por dentro das bermudas, outros claramente se masturbando, escondidos atrás das cortinas mal fechadas.

O suor começou a escorrer pelo corpo. A pele branquinha ficou brilhando, ainda mais gostosa. O tecido do sutiã e da calcinha já estava colando no corpo. Ela parou em frente ao varal, levantou os braços pra estender uns panos, e o sutiã subiu… quase revelou tudo.

Foi quando ela mordeu o lábio inferior, olhou de novo pras janelas, e decidiu: “Querem show? Então toma show seus tarados…”

Com movimentos lentos, sensuais, ela desabotoou o sutiã e deixou os seios saltarem, livres, perfeitos, redondos, pesados. As mãos subiram, apertaram os próprios seios, ela jogou o cabelo pro lado, deslizou as mãos pelo corpo, descendo pela barriga até a calcinha. E puxou. Desceu ela lentamente, enrolando pelas pernas, rebolando, até ficar completamente peladinha.

Agora não tinha mais volta. Hérika estava nua, com a bucetinha lisinha e suada no quintal, os peitões sob o sol, com uma plateia inteira vidrada nela das janelas do prédio vizinho.

Ela continuou a faxina como se nada fosse. Agachava, empinava o rabo, subia na escada pra limpar as partes mais altas, e o show só melhorava. De vez em quando, fazia questão de passar a mão nos próprios seios, brincar com os mamilos duros, ou deslizar a mão pela própria bunda, subindo até as costas, fingindo estar suada, precisando se refrescar.

Sabia exatamente o que estava fazendo. E amava aquela putaria gostosa!

As cortinas que estavam apenas entreabertas agora estavam escancaradas. Alguns homens estavam completamente descarados, sem camisa, sentados nas cadeiras das varandas, mão dentro da bermuda fazendo movimentos, punhetando loucamente e descaradamente enquanto admiravam aquela cena surreal.

Algumas mulheres fechavam as janelas e as cortinas, horrorizadas, tentando impedir que seus maridos vissem aquele espetáculo.

Ela olhava, ria, se exibia. Chegava perto da grade do quintal, se esticava como quem ia pegar alguma coisa, e deixava a bunda durinha bem empinada, com o rabo a mostra, olhando por cima do ombro, mordendo o dedo, provocando ainda mais.

Era como se ela tivesse nascido pra aquilo. Deusa da provocação. Rainha da luxúria.

Ela sabia que, depois daquela faxina, não teria vizinho que não sonhasse com ela. Na verdade, alguns nem iam conseguir esperar pela noite… estavam gozando ali mesmo, ao vivo, assistindo aquela obra-prima chamada Hérika.

Será que ela iria contar a Kadu o que aprontou em sua faxina safada quando eles se encontrassem mais tarde?

E Kadu ia gostar de saber? Ficar de pau duro? Provavelmente!

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