Conto erótico meu lugar é ajoelhado

Meu lugar é ajoelhado

Desde que ela descobriu o quanto eu ficava excitado em vê-la com outros, minha vida mudou.

Mas naquela noite, ela foi além.

Eu estava ajoelhado no chão do quarto, nu, o pau duro, latejando, enquanto ela, em pé, vestia apenas uma lingerie preta rendada, saltos altos e aquele olhar de superioridade que me deixava completamente rendido.

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— De joelhos, como sempre… — ela provocou, cruzando os braços, com aquele tom de desprezo que só aumentava minha submissão.

— Sim, senhora… — respondi, com a voz baixa, completamente entregue.

Ela deu dois passos à frente, esfregando a ponta do salto no meu peito, me forçando a recuar até encostar as costas na cama.

— Sabe quem vem hoje, não sabe?

Eu assenti, engolindo em seco.

Ela se inclinou, segurou meu queixo com firmeza e me obrigou a olhar bem dentro dos olhos dela.

— Meu macho… O verdadeiro. E você… vai assistir. De novo. Vai ouvir ele me fazer gritar de prazer enquanto você… chupa meus pés, como o bom corno que é.

Meu pau pulsou com força só de ouvir.

O interfone tocou.

Ela me olhou, sorrindo.

— Fica aí. Nem pense em se levantar.

E eu obedeci, imóvel, ajoelhado, enquanto ela caminhava rebolando até a porta.

Quando voltou, ele estava com ela. Alto, forte, tatuado, o cheiro de testosterona invadindo o ambiente. Olhou pra mim com aquele sorriso de desprezo, enquanto ela o puxava pela mão até a cama.

— Meu corno de estimação está no lugar… — ela comentou, rindo, enquanto se despia lentamente, deixando os seios à mostra.

Ele nem esperou. A puxou pela cintura, beijando-a com força, enquanto a deitava de bruços na cama, na minha frente.

Eu via cada movimento, cada toque.

Ele puxou a calcinha pra baixo e abriu a bunda dela, expondo tudo pra mim.

— Tá molhada… — ele disse, olhando na minha direção, provocando.

Ela virou o rosto pra mim, sorrindo:

— Claro que estou, amor… Só de imaginar você me fodendo na frente do corninho…

Ele meteu de uma vez, sem aviso, fazendo ela soltar um grito que misturava prazer e dor.

— Aaaaaaah, isso! — ela gemeu alto, segurando nos lençóis.

Eu, ajoelhado, com o pau na mão, só observava.

Ele socava com força, segurando firme nos quadris dela, enquanto ela olhava pra mim e falava, entre gemidos:

— Tá vendo, corno? Ele me fode como você nunca conseguiu…

Meu pau estava tão duro que parecia que ia explodir.

Ela esticou a perna e esfregou a sola do salto no meu rosto.

— Chupa… — ordenou.

Eu obedeci, passando a língua no salto enquanto ele continuava socando ela sem piedade.

— Isso… bom corno… — ela gemeu, olhando pra trás, enquanto ele batia forte, com estalos altos.

Ele puxou os cabelos dela, fazendo-a arquear ainda mais as costas, e meteu fundo, bem fundo.

— Vai gozar? — perguntou, com aquele tom arrogante.

— Aaaaah, sim! Vooooooooou! — ela gritou, tremendo, enquanto ele não parava.

Ela gozou ali, com força, o corpo inteiro estremecendo, mas ele continuou, metendo mais e mais, até que também gemeu, enterrando até o talo, gozando dentro dela.

Ela ficou ofegante, deitada, enquanto ele saía devagar.

Ela então se virou, me puxou pelos cabelos e esfregou a buceta gozada no meu rosto.

— Limpa, corno.

E eu lambi, devagar, saboreando a mistura, enquanto ela me segurava firme.

— Bom garoto… — ela sussurrou, acariciando meu rosto.

Ele se levantou, se vestiu e saiu sem dizer uma palavra.

Ela, satisfeita, me puxou pra cama, me fez deitar e sentou no meu rosto, esfregando-se com força enquanto eu lambia tudo, obediente.

— Esse é o seu lugar… — ela disse, com um sorriso vitorioso.

E eu soube que ela tinha razão.

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Eu nunca mais quis estar em outro lugar. Com certeza meu lugar é ajoelhado como um bom corno cuckold!

Conto erótico meu lugar é ajoelhado

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