Conto erótico meu segredo mais quente

Meu segredo mais quente

Eu nunca pensei que contaria essa história… Ela é o meu segredo mais quente, mas não dá pra esquecer a noite em que me entreguei completamente pra ela.

Melissa.

Só de pensar no nome, já sinto meu corpo reagir. Ela era tudo que eu nunca imaginei desejar — e, ao mesmo tempo, tudo que eu sempre quis, mesmo sem saber.

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Eu lembro como se fosse agora: eu estava parado, nervoso, na porta daquele motel meio escondido na cidade, quando ela apareceu.

Alta, imponente… mas ao mesmo tempo feminina, com aquele vestido justo que mal escondia o volume absurdo entre as pernas.

Ela me olhou de cima a baixo, com aquele sorriso malicioso, e soltou:

— Tá pronto pra ser meu putinha?

Na hora eu senti minhas pernas fraquejarem. Só consegui assentir com a cabeça, hipnotizado.

Ela me puxou pelo colarinho da camisa, me colando ao corpo quente dela, e já sussurrou no meu ouvido:

— Hoje eu vou te usar como eu quiser…

Aquilo me arrepiou inteiro.

Entramos no quarto e, assim que a porta se fechou, Melissa me empurrou na cama.

— Tira a roupa… — ela ordenou, com aquele tom de voz firme, que não aceitava contestação.

Me despi, tremendo de excitação e nervosismo, enquanto ela ficava ali, parada, me observando com aquele olhar de quem está no controle de tudo.

— Olha pra mim… — ela disse, puxando devagar o zíper do vestido e deixando-o escorregar pelo corpo, revelando uma lingerie preta, rendada… e o pau dela, enorme, duro, latejando.

Eu não consegui evitar: me ajoelhei na frente dela, coloquei a mão naquela rola quente e grossa, e comecei a beijar a glande, passando a língua devagar, saboreando cada segundo.

— Isso… assim mesmo putinha vagabunda… — ela gemeu, segurando na minha nuca e empurrando, me fazendo abocanhar ainda mais.

Eu nunca tinha sentido algo assim: o gosto dela, o cheiro misturado com perfume e tesão, a textura pulsante na minha boca.

Mamei com muita vontade, com entrega, feito uma vagabunda faminta por pau, ouvindo os gemidos dela, até que ela me puxou de volta, levantando meu queixo e olhando nos meus olhos.

— Agora deita putinha…

Obedeci, deitado de barriga pra cima, completamente exposto, vulnerável.

Ela subiu em cima de mim, me montou com uma autoridade deliciosa, esfregando o pau dela no meu, enquanto me encarava com aquele olhar que parecia atravessar a alma.

— Você quer o quê? Fala… — ela provocou, enquanto passava a mão no próprio pau e o apontava pra mim.

Eu respirei fundo e confessei, sem vergonha:

— Quero ser sua puta… me fode feito uma puta vagabunda…

Ela sorriu, satisfeita com a minha entrega.

Colocou a camisinha com habilidade e, com uma pressão deliciosa, começou a me penetrar devagar, enquanto dizia:

— Isso… sente cadela… cada centímetro do meu cacete dentro de você…

Eu gemia alto, sentindo o pau dela me preencher completamente, me invadir, enquanto ela começava a meter com mais força, segurando firme nas minhas pernas, puxando meus quadris de encontro ao dela.

— Tá gostando, putinho? — ela perguntou, com aquele tom sujo, me enlouquecendo ainda mais.

— Porra… tô safada… continua… — implorei, sentindo meu corpo vibrar a cada estocada.

Ela acelerou, metendo forte, sem piedade, gemendo junto comigo, até que eu senti o pau dela pulsando, gozando dentro da camisinha, com um gemido rouco e visceral.

E eu, segundos depois, gozei também, jateando forte, completamente entregue, exausto, mas com aquele sorriso idiota de quem acabou de viver a melhor transa da vida.

Melissa se inclinou, me deu um beijo na boca, e sussurrou:

— Agora você é minha puta… sempre que eu quiser eu vou te usar entendido?

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E eu soube, ali, sem nenhuma dúvida… que ela estava certa. Esse era o meu segredo mais quente!

Conto erótico meu segredo mais quente

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