O vapor quente preenchia todo o ambiente, tornando difícil enxergar além de alguns metros à frente. O som abafado dos respingos d’água e dos gemidos discretos se misturava ao cheiro denso de suor, madeira úmida e desejo.
Davi entrou na sauna sem pressa, enrolado apenas na toalha, com o corpo já suado da academia. Olhou em volta, discreto, até que os olhos se encontraram com os de Rafael, sentado no banco mais afastado, pernas abertas, relaxado, como se aquele fosse o seu trono.
O olhar de Rafael não mentia: era faminto, voraz, decidido.
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Davi caminhou até ele, sem dizer uma palavra, apenas tirou a toalha e a deixou cair no chão, revelando o corpo definido e a ereção já evidente. Seu pau estava duro e latejava.
Rafael soltou um sorriso de canto, puxou Davi pela cintura e o fez sentar em seu colo, a pele quente contra pele quente, o pau de Davi roçando no abdômen dele, arrancando um suspiro. Ficaram alguns segundos naquele gostoso roça roça.
— Não precisa falar nada — murmurou Rafael, enquanto lambia lentamente o pescoço de Davi, que jogava a cabeça para trás, se entregando completamente.
As mãos fortes de Rafael já exploravam as costas suadas, desciam para apertar a bunda dura, puxando, marcando, enquanto o pau dele, grosso e duro, pressionava a entrada de Davi com uma urgência inegável.
Davi gemeu baixinho quando Rafael começou a morder o lóbulo de sua orelha e a sussurrar:
— Tá preparado pra ser meu aqui, no meio de todo mundo putinho?
Davi apenas rebolou de leve, sentindo o volume latejante atrás de si, e provocou:
— Faz. Me usa como você quiser caralhudo safado.
Rafael não precisou de mais convite.
Segurando Davi firme pela cintura, fez com que ele se levantasse um pouco para encaixar o seu pauzão grande, duro, grosso e babado na entradinha do cuzinho de Davi.
Com um movimento só, Davi se sentou por completo no pau grosso, soltando um gemido abafado e safado, enquanto agarrava-se ao pescoço de Rafael, os músculos das pernas tremendo com a sensação deliciosa de ser completamente preenchido no cú.
— Isso assim… rebola pra mim putinho… — ordenou Rafael, segurando firme os quadris de Davi, guiando os movimentos de sobe e desce, cada vez mais intensos, mais rápidos.
O barulho das peles se chocando ecoava pela sauna, misturado aos gemidos abafados e ao som do vapor escapando dos canos.
— Porra… você aperta demais… — rosnou Rafael, inclinando-se para lamber os mamilos de Davi, mordendo de leve, enquanto aumentava ainda mais a velocidade das estocadas.
Davi já estava fora de si, montado com vontade, enquanto se masturbava o pau duro freneticamente com uma das mãos.
— Goza pra mim… — sussurrou Rafael no ouvido dele, ao mesmo tempo em que socava fundo, arrancando um grito abafado de prazer.
Davi gozou com força, jorrando leite por toda a barriga de Rafael, que, ao sentir a contração apertando seu pau, também se entregou, gemendo grave, com as mãos cravadas na carne de Davi, gozando com intensidade e enchendo o cuzinho de Davi com leite quente.
Ficaram ali, alguns segundos parados, respirando ofegantes, as testas encostadas, os corpos ainda quentes e suados.
— Foi melhor do que eu imaginava… — disse Rafael, passando a mão pelos cabelos encharcados de Davi, que sorriu satisfeito e respondeu:
— E se eu te disser que eu venho aqui toda semana…?
Rafael soltou uma risada e, antes de beijá-lo de novo, provocou:
— Então, até a próxima meu putinho safado.
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E, com um último beijo quente, os dois se levantaram, saindo da sauna com aquele ar cúmplice e saciado, prontos pra repetir tudo na sauna na semana seguinte… ou quem sabe ainda naquela noite.
