Conto erótico vibrador duas amigas se consolam bem gostoso

Vibrador, duas amigas se consolam bem gostoso

Camila despertou primeiro. A claridade da manhã entrava suave pela fresta da cortina, iluminando o quarto com um brilho dourado e quente. O corpo dela estava nu, enroscado no de Isadora, que dormia de bruços, com a perna sobre a dela e um sorriso leve no rosto, como se ainda sonhasse com os momentos da noite anterior. Ao lado um vibrador.

O cheiro no ar era uma mistura de perfume, suor e sexo. Um perfume delicioso de pele molhada, lembrança viva da foda intensa da noite passada. Camila passou a mão devagar pelas costas da amiga, sentindo cada curva, cada pedacinho da pele quente e ainda grudada de prazer.

— Bom dia, sua safada — sussurrou, beijando o ombro de Isadora.

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Isadora abriu os olhos devagar, meio sonolenta, meio sorrindo.

— Já tá com fogo de novo, é? — murmurou, com a voz rouca.

Camila riu e deslizou a mão pela cintura dela, apertando a bunda com carinho.

— Desde que acordei… acho que nem dormi direito de tanto pensar na noite de ontem. Aqueles dois boys… porra, que foda…

Isadora virou de lado, de frente pra amiga, as pernas se enroscando de novo.

— Bruno metendo você de quatro na sala… você gemendo que nem uma vadiazinha… eu quase gozei só de ver.

— E você sentando naquele Henrique, com aquele pau grosso… eu nem conseguia parar de olhar. Queria meter a mão na tua buceta ali mesmo.

Se entreolharam, o fogo reacendendo nos olhos. As mãos se procuraram por baixo do lençol, e Camila puxou Isadora para um beijo molhado, intenso, cheio de tesão.

— A gente se pegou de jeito ontem… mas agora… quero te dar um carinho diferente.

— Hmmm… que tipo de carinho, hein?

Camila empurrou Isadora de leve, a deitando de costas, e subiu por cima dela, roçando os seios nos da amiga.

— Que tal um sessenta e nove bem safado pra começar o dia?

Isadora mordeu o lábio e gemeu baixinho:

— Porra… você sabe como me deixar molhada logo cedo.

Trocaram de posição. Isadora ficou por cima, Camila por baixo. As bucetas das duas se encontraram, os corpos formando aquele encaixe delicioso. Camila puxou a amiga pela cintura, enterrando o rosto entre as pernas dela, lambendo com fome, com vontade.

Isadora retribuiu na mesma intensidade, sugando o clitóris de Camila como se quisesse beber o prazer dela. As línguas se moviam rápidas, molhadas, fazendo barulho, os gemidos abafados enchendo o quarto.

— Sua buceta tá mais gostosa hoje… — Isadora gemia.

— E a sua tá melada, putinha… lambuzada de tesão…

Camila gemeu alto quando Isadora enfiou dois dedos, mas logo puxou de volta.

— Espera… quero algo melhor.

Ela se esticou e puxou dois vibradores: um rosa, pequeno e pulsante, e outro branco com ventosa e formato de língua vibrante.

— Ahhh… nossos brinquedinhos preferidos — Isadora disse, mordendo o lábio.

— Hoje a gente se dá prazer com eles… eu cuido da sua bucetinha, você da minha…

As duas ligaram os vibradores. Camila posicionou o rosa bem no clitóris de Isadora e observou a reação dela. A amiga tremeu, mordeu os lábios e gemeu gostoso.

— Isso… continua… assim mesmo…

Isadora então desceu o brinquedo branco até a buceta de Camila e ligou a ventosa. O brinquedo chupava e vibrava, fazendo Camila arquear o corpo e gritar.

— Ahhh caralho… isso é bom demais…

Ficaram assim, uma cuidando da bucetinha da outra. Vibradores deslizando entre os lábios vaginais, chupando, tremendo, massageando o clitóris inchado, sensível. Os dedos se misturavam, as línguas vinham junto. O prazer era tanto que elas mal conseguiam respirar.

— Vai gozar gostoso, amiga? — Isadora perguntou, com a boca colada na boceta de Camila.

— Tô quase… continua assim… com o vibrador no clitóris… ai porraaaaaaa…

Camila explodiu primeiro. Um orgasmo violento, gritando, se contorcendo, os músculos contraídos. Isadora não parou. Continuou lambendo, chupando, pressionando o vibrador até a amiga gozar inteira, suada, arrepiada.

— Agora é sua vez, minha putinha — Camila disse, trocando de posição e levando o vibrador no ponto certo da amiga.

Isadora gemeu, rebolou, pediu mais.

— Isso… enfia a língua também… me faz gozar na tua boca…

Camila fez exatamente isso. Vibrador pressionando, língua trabalhando, dedo provocando.

Isadora gritou o nome da amiga e tremeu inteira, os olhos revirando, os lábios se abrindo num gozo intenso, molhado, quente.

Depois, as duas ficaram deitadas de lado, rindo, lambendo o gosto uma da outra nos lábios.

— A gente nasceu pra isso, né? Pra se dar prazer…

— Pra ser amiga e ser safada junto.

Beijaram-se com carinho, com cumplicidade.

— Próxima balada… a gente leva os vibradores na bolsa?

— Ou traz os boys pra brincar com a gente.

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E riram juntas, suadas, felizes, completamente entregues à amizade mais gostosa que poderiam viver.

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