Meu nome é Daniel. Tenho 38 anos, sou casado com a Mariana há quase 12. Uma mulher maravilhosa — pele clara, corpo magro mas com curvas nos lugares certos. Seios fartos, coxas torneadas e uma bunda pequena, mas dura e empinadinha, daquelas que hipnotizam. Uma gostosa de verdade, daquelas que parecem feitas pra provocar olhares. Sempre fomos muito abertos sexualmente, principalmente com as fantasias. E uma delas, que há tempos alimentávamos entre gemidos e sussurros, era a de vê-la com outro homem.
A ideia me deixava maluco. Imaginar minha esposa sendo desejada, tocada, usada… me dava um tesão indescritível. E pra minha surpresa — ou sorte — ela também se excitava com isso. Era o tipo de coisa que nascia como um jogo entre quatro paredes, mas ultimamente vinha crescendo. Ganhando força. E um dia, depois de uma transa suada e molhada, eu soltei:
— Amor… e se a gente tornasse real? Um vale night. Uma noite. Você vive como se fosse solteira. Eu fico ali, só observando. Sem limites, sem julgamentos. Só tesão.
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Ela me olhou surpresa, o peito subindo e descendo ofegante, ainda nua, com a boceta lambuzada do gozo que trocamos.
— Você tá falando sério? Uma noite mesmo? Pra fazer tudo o que eu quiser?
— Tudo. Beijar, dançar, foder… só tem uma regra: eu vou ver tudo.
Os olhos dela brilharam. Mariana não disse mais nada naquela hora, apenas me montou de novo, cravando a boceta quente no meu pau duro, me cavalgando com uma força diferente. Parecia que o plano já estava se formando na cabeça dela.
A oportunidade veio no sábado seguinte. Uma nova balada eletrônica tinha aberto na cidade vizinha, com DJs famosos, ambiente moderno e muita gente bonita. Mariana se empolgou logo que falei da ideia.
— Se é pra brincar de solteira… eu quero fazer direito — disse, sorrindo maliciosa. — Vou comprar uma roupa nova. E depilar tudo. Tudinho.
No dia seguinte ela passou horas no salão. Quando saiu do quarto, pronta pra balada, quase gozei só de olhar.
Vestido preto curto, colado no corpo, alças finas, sem sutiã — os peitos redondos saltavam, os mamilos duros marcavam o tecido. Calcinha? Nenhuma. Ela girou na minha frente, exibindo a bunda durinha completamente à mostra sob o vestido transparente nas luzes. Um perfume doce, provocante. A pele brilhando, a maquiagem carregada no olhar.
— E aí, meu “amigo”? Tá bom assim pra minha noite de solteira?
— Porra, Mari… você vai deixar todo mundo de pau duro nessa balada. Inclusive eu.
Ela riu. Tirou a aliança e estendeu a mão.
— Tira a sua também. Hoje a gente não é mais marido e mulher.
A balada era um delírio de luzes, batidas graves e corpos suados. Mariana parecia flutuar. Assim que entramos, ela já se afastou, fingindo que me conhecia pouco. Eu fiquei no bar, de olho nela, observando como os olhares grudavam na sua silhueta. O vestido subia a cada passo, a bunda aparecia mais, os peitos quicavam. Um imã de macho.
Logo o primeiro se aproximou. Moreno, alto, tatuado. Conversaram pouco — ela ria, jogava o cabelo, dançava perto, roçava os peitos no braço dele. Em minutos estavam colados, se esfregando no ritmo da música. Ele pegava na cintura, apertava a bunda, e ela não recuava. Muito pelo contrário: jogava o quadril contra o pau dele, que crescia sob a calça justa.
Fiquei com o copo na mão, fingindo despreocupação, mas o pau duro dentro da calça me traía. Não conseguia tirar os olhos dos dois. Quando a música baixou, ele disse algo no ouvido dela, e Mariana olhou diretamente pra mim, como se quisesse ver minha reação. Mordeu o lábio, e logo puxou o cara pela mão. Sumiram por entre a multidão.
Esperei um tempo, e resolvi circular. Encontrei os dois no fundo da pista, encostados numa coluna escura, escondidos pelas sombras e pela fumaça das luzes. Ele a prensava contra a parede, lambendo o pescoço dela, apertando o corpo com fome. Mariana se deixava levar. As mãos dele já estavam sob o vestido. Subiam e desciam por aquelas coxas lisinhas, até alcançar o cu e a boceta. A calcinha, como eu sabia, não estava ali pra impedir nada.
Vi o momento exato em que ele enfiou os dedos nela. Mariana arqueou o corpo e gemeu. A cabeça tombou pro lado, os olhos se fecharam. O cara começou a masturbar minha mulher ali, no meio da balada, enquanto eu observava, hipnotizado.
Quando ele tirou os dedos e lambeu, eu quase gozei na calça.
Mais tarde, ela voltou até mim, suada, com o rosto corado, os mamilos marcando ainda mais o vestido.
— Tô com tesão, Dani. Muito tesão. Quero mais. Quero me deixar levar.
— Ele ainda tá aqui?
— Tá. Nome dele é Caio. Me chamou pra sair um pouco. Pro carro. Quer ver?
Fomos os três juntos até o estacionamento. Mas ali ela me ignorava. Conversava e ria com ele como se eu não existisse. O Caio abriu o carro e ela entrou no banco do passageiro. Eu parei meu carro, ao lado, com os vidros um pouco abertos. As luzes do estacionamento ajudavam a ver tudo.
E que espetáculo foi.
Vi ela subir no colo dele, o vestido subindo até a cintura. A bunda branca e lisa à mostra. Ele abaixou as calças, e mesmo de longe, vi o pau dele: grosso, pulsante, cheio de veias. Mariana começou a se esfregar nele, molhada, a buceta brilhando. Montou devagar, deslizando no pau como se tivesse ensaiado aquilo mil vezes.
Ela rebolava, gemia, agarrava os cabelos dele. Depois virou de costas, empinou a bundinha e começou a sentar com força, socando aquela rola dentro dela com fúria. E eu, no carro ao lado, com o pau duro latejando, apenas assistia. A esposa que era minha sendo fodida como uma putinha bem treinada.
Em determinado momento, ela ficou de quatro no banco. A bunda arrebitada pra ele. E ele metia com vontade. Vi ela abrir a boca, sem som, em êxtase. Depois dele gozar, ela ficou alguns segundos quieta, lambendo os lábios dele, e saindo devagar do carro, como se estivesse dopada de prazer.
Ela entrou no meu carro, ainda sem calcinha, com a boceta escorrendo. Me olhou com um sorriso sujo no rosto.
— Gostou do que viu?
Eu não respondi. Apenas enfiei os dedos na boceta melada dela e levei até minha boca. Tinha gosto de foda, de esperma, de tesão.
— Você é uma putinha deliciosa, Mariana. A minha putinha.
Em casa, a transa foi animal. Chamei ela de vadia, de esposa safada, de puta de balada. Meti nela com tanta força que a cama batia na parede. Gozei dentro, como se estivesse marcando território. Ela ainda gemia o nome do outro, e isso só me fazia meter mais.
A noite mudou nossa relação. Um novo nível de tesão foi desbloqueado. E desde então, o “vale balada” virou tradição.
Na próxima… talvez ela vá com duas rolas de uma vez.
E eu? Eu vou estar lá. Assistindo tudo.