O fim de semana prometia calor. No sítio isolado de um casal de amigos, rodeado por árvores e o silêncio do campo, Kadu e Hérika tinham tudo o que precisavam: piscina, privacidade — e um ao outro.
Hérika estava especialmente animada. Seu biquíni fio dental vermelho parecia pintado no corpo. A parte de baixo mal cobria o essencial, realçando sua bundinha dura e empinada. Já o top… bem, ele lutava. Era uma peça minúscula, que mal conseguia conter o volume absurdo dos seus seios, grandes, empinados, com um balanço sensual a cada passo. O contraste com seu corpo magrinho fazia qualquer olhar se perder — e ela sabia disso.
Kadu a observava com uma mistura de adoração e desejo. Ele conhecia cada curva dela, mas nunca deixava de se surpreender. Hérika não era apenas linda — era magnética. E estava sapeca. Muito sapeca.
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— Tá gostando do meu biquíni novo? — ela perguntou com um sorriso travesso, inclinando-se um pouco demais ao pegar a toalha, sabendo exatamente o que estava fazendo.
— Você sabe que sim… — ele respondeu com a voz mais rouca do que gostaria.
Ela passou por ele, roçando de leve. O cheiro do seu perfume doce, o calor da pele bronzeada, a ponta do biquíni ameaçando se rebelar a qualquer instante. Ela se deitou de bruços na espreguiçadeira, e os seios, comprimidos sob o peso do corpo, quase escapavam pelas laterais do top.
Kadu sentia o sangue ferver. Seu fetiche, aquele desejo proibido de ver sua deusa sendo admirada, tocava o limite do aceitável. E com Hérika naquele modo “danadinha”, tudo parecia possível.
Ela o surpreendeu, como sempre.
— A água tá deliciosa… — sussurrou, tirando lentamente o biquíni ali mesmo, de costas pra ele. — Vem nadar comigo?
Kadu engoliu seco. Ela mergulhou nua, a pele clara contrastando com o azul da piscina. Os seios flutuavam, livres, quase em câmera lenta. A cena era poética e indecente ao mesmo tempo.
Mas o que nenhum dos dois esperava era a chegada adiantada dos amigos.
Dois deles surgiram pela trilha dos fundos — e por um breve instante, tiveram uma visão celestial: Hérika saindo da piscina, os cabelos longos escorrendo água pelas costas, os seios enormes reluzindo sob o sol, sem pressa, sem se esconder.
Ela notou. E sorriu. De leve. Travessa. Não cobriu nada.
Kadu, ao lado, ficou em silêncio. Chocado, sim. Mas também… excitado de um jeito que só ela sabia provocar. O olhar dela dizia tudo: “Ups… será que foi sem querer mesmo?”
O jantar naquela noite foi carregado de olhares tensos, risos abafados e um clima no ar que ninguém ousou nomear. Mas Kadu não parava de reviver a cena. Ela também.
Naquela noite, fizeram amor como se o mundo pudesse vê-los.
E talvez, de algum jeito, fosse exatamente isso que os excitava tanto.