Conto erótico brotheragem punheta e troca troca com meu amigo

Brotheragem, punheta e troca-troca com meu amigo

Eu nem imaginava que a noite daquela sexta-feira ia virar o que virou, terminando em brotheragem, punheta e troca troca com meu grande amigo.

Fui pra casa do Renan como sempre — videogame, umas cervejas, conversa fiada. A gente se conhece desde moleque, jogou bola junto, colégio, zoeiras… Era meu brother mesmo, desses que você confia até de olho fechado.

O quarto dele estava do mesmo jeito de sempre: luz apagada, só a TV iluminando o ambiente com reflexos azulados. O ventilador girava lento no teto, mas o calor ainda era forte. A gente estava suado, com as camisetas meio coladas no corpo, short e chinelo, relaxados demais.

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Renan era trincado, malhava direto, vivia postando foto na academia. Eu não ficava pra trás, mas ele sempre foi o mais exibido. A gente zoava bastante entre si. E naquela noite, depois de algumas cervejas, a zoeira começou a mudar de tom.

— Porra, mano — ele falou, largando o controle do PS5 depois de tomar um pau — tô com o pau duro e nem sei por quê.

Ri, achando que era só mais uma das piadas dele. Mas ele deu aquela ajeitada por dentro do short, o volume saltando descarado, e continuou:

— Deve ser o calor… ou tanta mulher gostosa que a gente viu no Insta hoje.

— Tu viu aquela que mandei no grupo? A morena do rabetão? — perguntei, lembrando da bunda absurda que eu tinha compartilhado mais cedo.

— Vi, caralho. Aquilo ali dava vontade de meter até gozar sem tirar — ele respondeu, já abrindo o navegador na TV. — Bora ver um pornô?

A risada virou tensão. Pornô entre brothers? Mas foda-se, eu já tava com o pau começando a enrijecer só de lembrar da tal bunda.

— Mete aí — falei, puxando o encosto da cama pra trás e me largando.

Ele colocou um site direto, nada de frescura. A gente foi passando pelas capas, fazendo comentários.

— Essa aqui, ó — ele clicou. — Olha o tamanho do pau entrando no cu dela, véi.

A mina gemia alto, rebolando no pau grosso que entrava devagar no cu apertado. A cara de prazer dela parecia real, olhos revirando, gemendo cada vez mais alto.

— Caralho, parece que ela ama o anal — falei, ajeitando o pau por cima do short. — Olha como o cu dela aperta o pau do cara.

Renan já tava com a mão dentro do short, batendo punheta sem vergonha.

— Foda-se, vou bater uma — ele disse. — Tá quente demais aqui, véi.

Soltei uma risada curta, meio nervosa, meio excitada.

— Também tô na pilha — falei, e deixei a vergonha de lado. Mandei a mão pra dentro do short, puxei o pau pra fora. Estava durão, latejando.

O cheiro no quarto começou a mudar. Testosterona, suor, desodorante masculino misturado com o calor da punheta. O ventilador girava devagar, espalhando aquele cheiro de macho punheteiro pelo ar.

Renan já tinha abaixado o short até os joelhos, a cueca também. Pauzão duro, grosso, a cabeça brilhando. Fiquei olhando por mais tempo do que deveria. Era estranho ver o pau do brother tão perto, tão… real.

Ele percebeu.

— Tá olhando, porra?

— Tô cara. Pauzão, hein — falei, num tom mais zoeiro, mas com o olhar fixo.

— O teu também tá sinistro, viado. Grosso e cabeçudo — respondeu, rindo.

Eu senti um calor subindo. Continuamos batendo punheta, lado a lado, o pornô rolando alto, gemidos enchendo o quarto. Às vezes nossos braços se encostavam, peludos, suados. Nossos olhares cruzavam. Nenhum dos dois dizia nada, mas o clima tava ali. Pesado. Carregado de tesão.

— Já bateu uma com brother antes? — ele soltou, do nada.

— Não. Só naquelas zoeiras de moleque, tá ligado?

— Pois é. Mas nunca assim, vendo pornô, com o pau latejando e a porra quase vindo…

Ficamos em silêncio por alguns segundos. O som de punheta ecoava, os gemidos do vídeo também. O quarto parecia pequeno demais pro tamanho da tensão que se instalava ali.

— Mano — ele disse, virando pra mim — bora fazer um experimento?

— Que porra?

— Tipo… bater um no outro. Só pra ver qual é. Quem goza mais rápido. Brotheragem, porra.

O coração acelerou. O pau pulou na minha mão. Eu deveria recusar. Mas a curiosidade, o tesão, o clima todo… não dava pra ignorar.

— Bora. Foda-se — falei, me virando e oferecendo o pau pra ele.

Renan olhou, riu e passou a mão lambuzada de lubrificante no meu pau. Começou devagar, só a ponta, depois desceu. A sensação era surreal. A mão de outro cara, quente, forte, batendo uma pra mim. Eu gemi.

— Caralho, tua cabeça é pesada, véi — ele falou, batendo com firmeza.

Fiz o mesmo com ele. Pau grosso, veias saltadas, liso. A mão escorregava fácil. Olhei pro rosto dele. Estava concentrado, mordendo o lábio.

— Tô ficando tarado nisso, mano — ele confessou. — Isso é brotheragem de verdade.

— Punheta gostosa da porra — completei. — Só não vale gozar antes de mim.

As mãos batiam com vontade. O quarto cheirava a porra, a homem, a punheta molhada. Suávamos. Os corpos brilhavam na luz fraca da TV, e o pornô mostrava a mina sendo enrabada sem piedade, enquanto a gente punhetava um ao outro com vontade.

— Vai, mete bronca, porra — ele dizia. — Quero ver tua porra jorrar.

— Tu também, caralho. Quero ver esse pau gozar na minha mão.

A gente se provocava, se atiçava, como se competisse pra ver quem era mais tarado.

— Imagina tu enfiando num cu assim — ele disse, apontando pra mina na tela, enquanto metia a mão no meu pau com mais força. — Teu pau ia sumir inteiro.

— E o teu? Ia arrombar, porra. Desse tamanho aí…

— Já pensou meter no cu de alguém enquanto o brother bate punheta do lado? Isso sim é brotheragem.

As palavras atiçavam mais do que qualquer toque.

Senti a pressão subindo. A mão dele não parava. Forte, quente, firme. Ele notou meu corpo tenso.

— Vai gozar, porra? Vem, então. Jorra pra mim.

Gemi alto. O gozo veio quente, forte, jatos grossos espirrando no meu abdômen, peito e na mão dele. A sensação era absurda. Um misto de prazer e loucura. Renan olhava meu pau gozar como se fosse o pornô mais tesudo do mundo.

— Agora é tua vez, caralho — falei, pegando firme o pau dele.

Bati com força. Ele gemeu. A respiração acelerada. Os olhos fechados. E então explodiu. A porra dele veio quente, branca, jorrando pra cima, lambuzando a barriga trincada dele.

Ficamos ali, suados, ofegantes, lambuzados de porra.

Silêncio por alguns segundos. Só o barulho do ventilador girando e os gemidos finais do vídeo.

Renan olhou pra mim e soltou:

— Caralho, mano… essa punheta de brother foi… melhor que muita buceta por aí.

— Não vou mentir — respondi. — A brotheragem foi foda.

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Ficamos deitados por uns minutos, pelados, sem dizer mais nada. O tesão ainda estava no ar. E dentro de mim, uma certeza: aquela noite ainda podia ir mais longe.

A punheta e a brotheragem evoluíram pra troca troca

Ainda estávamos deitados, pelados, suados, com a porra secando na pele, quando Renan pegou o controle da TV e disse:

— Mano… cê confia em mim?

— Depende — respondi, rindo. — Vai mandar mais pornô?

— Um melhor. Achei um vídeo que é tipo… perfeito pra continuar essa brotheragem.

Ele entrou num canal de pornô específico, colocou o título em destaque:
“Novinhas safadas implorando por pau no cu até gozar”

Só a legenda já fez meu pau começar a pulsar de novo.

A tela escureceu por um segundo… e começou. Duas meninas novas, de rostinhos inocentes, mas totalmente entregues. De quatro, rebolando. Os caras lambendo os cus delas, abrindo devagar e depois enfiando até o talo.

As vozes… meu Deus.

— “Ai, enfia gostoso no meu cuzinho… mete mais fundo, por favor!”

— “Tá gostoso demais… mete no meu cu… quero gozar com teu pau enfiado no cu!”

Eu e Renan trocamos um olhar. O clima mudou de novo. Aquele vídeo tinha algo diferente. A forma como elas gemiam, o prazer escorrendo do rosto delas, a intensidade com que pediam pelo cu… isso mexeu com a nossa mente de um jeito visceral.

Meu pau já tava duro de novo. Latejando.

— Porra, mano — soltei, sem conseguir tirar os olhos da tela. — Será que… levar no cu é gostoso assim mesmo?

Renan não respondeu de imediato. Mas a respiração dele denunciava. O pau dele já tava ereto, brilhando na cabeça. Ele olhou pro vídeo, depois pra mim. E falou baixo, firme:

— A gente nunca vai saber se não tentar, né? Já fizemos brotheragem, agora topa fazer um troca troca?

Meu coração disparou. A tensão bateu mais forte que o calor. A ideia parecia absurda… mas ali, no meio daquela brotheragem, naquela cumplicidade suada e tarada, nada mais fazia sentido — só o tesão.

— Quem vai levar pau no cu primeiro? — perguntei, quase sussurrando.

Renan ficou em silêncio por um segundo. Depois se virou de barriga pra baixo, ergueu a bunda e olhou por cima do ombro:

— Mete essa porra em mim, irmão. Mas mete com vontade. Fode o meu cu como se fosse o das minas do vídeo.

Aquele cu redondinho, peludo na medida, arrebitado… parecia pedir por isso. Peguei o lubrificante e comecei a preparar. Passei nos dedos e comecei a abrir com calma, sentindo o calor, a pressão, o cu dele contraindo.

Ele gemia baixinho, a cara colada no travesseiro.

— Vai, mano… mete essa porra. Mete no meu cuzinho.

O som daquela frase ecoou em mim como uma explosão. Eu posicionei a cabeça do meu pau ali, com a ponta latejando, e empurrei.

O cu dele era apertado, quente, um abraço sufocante que quase me fez gozar na hora.

— Caralho… que cu apertado do caralho… — gemi, metendo devagar, mas fundo.

— Isso, porra… mete no meu cuzinho… enche essa porra — ele gritava, se masturbando ao mesmo tempo.

A visão era surreal: o meu pau enterrado no cu do meu melhor amigo, enquanto ele batia punheta como um louco. O corpo dele tremia, gemia, suava. E eu metia com força, segurando nos quadris, socando com vontade.

— Curte o pau no cu, irmão? Hein? Fala safado!

— Curto, porra! Tô amando levar pau no cu! Essa brotheragem nossa é foda… vai me fazer gozar, caralho!

E gozou. Com meu pau enterrado até o fundo, ele gozou gostoso, o cu pulsando, o pau jorrando porra na cama. Foi o gozo mais bruto que já vi de perto.

— Agora é tua vez — ele disse, virando-se com o olhar carregado de tesão.

Deitei de bruços, sem pensar duas vezes. Abri a bunda. Senti ele ajeitando o corpo atrás de mim.

— Prepara o cuzinho aí, irmão… meu pau já tá endurecendo denovo… agora tu vai saber o que é bom.

E eu soube. Porque quando ele enfiou o pau grosso dele no meu cu, senti o mundo girar. Era quente, invasivo, intenso. A pressão era absurda, o prazer, mais ainda.

— Caralho… teu cu é apertado demais… — ele falava, gemendo alto, metendo cada vez mais forte.

Me masturbei com força enquanto ele me comia, o som da punheta misturado com o barulho molhado das estocadas no meu cu. O pornô ainda rolava, as novinhas gritando:

— “Mais, mais no meu cuzinho! Mete tudo!”

E aquilo entrava na mente feito gasolina no fogo. A vontade de gozar crescia. A punheta acelerava. O pau dentro de mim batia no fundo, cutucava meu ponto.

— Goza, porra, goza safado — ele gritava — Goza com meu pau no teu cu! Mostra como se faz brotheragem de verdade!

— Vou gozar! Porra, vou gozar, irmão ahhhhhhhhhhhhhhhhh!

E gozei. Com o pau dele enterrado no meu cu, gozei forte, espirrando no colchão, nas mãos, gemendo como nunca tinha feito. Ele não resistiu com a cena, senti ele se agarrar na minha cintura, gozar dentro, com gemidos graves, os quadris tremendo. O filho da mãe não tirou o pau do meu cu, encheu ele de porra.

Ficamos assim, colados, suados, arfando.

Ele tirou o pau meio mole devagar. A porra escorria do meu cu, quente. Nossos corpos suados brilhavam na luz fraca da TV.

Silêncio.

Apenas o som das últimas palavras do vídeo:
— “Ai, que pau gostoso no meu cuzinho… me enche mais…”

Renan olhou pra mim, com aquele olhar sacana e cúmplice, e falou:

— Essa brotheragem foi além. A gente virou profissional do troca troca.

— É… e nunca mais vou bater uma punheta sem lembrar do teu pau no meu cu, porra.

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Rimos, cansados, lambuzados de porra, relaxados como nunca. Tínhamos cruzado uma linha… e tinha sido gostoso pra caralho.

Conto erótico brotheragem punheta e troca troca com meu amigo

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