Eu sempre soube que aquele jantar terminaria de outro jeito.
Desde o primeiro olhar, quando ela entrou no restaurante com aquele vestido colado, marcando cada curva, eu perdi completamente a concentração.
Conversamos por horas, rimos, bebemos vinho… mas a tensão pairava no ar, densa, elétrica, como se nossos corpos falassem sozinhos, ansiosos, impacientes.
Quando ela sugeriu que fôssemos até o apartamento dela, meu coração acelerou como nunca antes.
Agora, estou aqui, no quarto dela, sentada na beirada da cama, observando enquanto ela tira o vestido lentamente, sem pressa, me olhando com aquele sorriso de quem sabe exatamente o que está fazendo comigo.
🔥 Leia também: Primeira vez lésbica na universidade
— Você quer mesmo? — ela pergunta, chegando perto, colocando as mãos no meu rosto, acariciando de leve, como quem quer me deixar louca de vez.
Eu nem consigo responder. Apenas puxo-a pela cintura e a beijo, desesperada, faminta, com toda a vontade que reprimi a noite inteira.
Ela geme baixinho na minha boca e se encaixa entre minhas pernas, os seios nus encostando na minha pele, me fazendo arrepiar da cabeça aos pés.
— Eu te quero… desde o momento que te vi — sussurro, deslizando as mãos pelas costas dela, até apertar a bunda com força, arrancando outro gemido.
Ela sorri, morde meu lábio e me empurra suavemente para trás, me fazendo deitar.
— Agora você é minha… — diz, com a voz rouca, cheia de desejo.
Ela sobe por cima de mim, seus quadris encaixando-se nos meus, e começa a beijar meu pescoço, devagar, provocando, enquanto minhas mãos percorrem o corpo dela, sentindo a pele quente, o cheiro bom, a maciez.
Ela beija meus seios com devoção, sugando um dos mamilos com força, me fazendo gemer alto, enquanto a outra mão aperta minha coxa, me abrindo, se posicionando entre as minhas pernas.
— Você tá tão molhada… — ela sussurra, deslizando os dedos por cima da minha calcinha encharcada.
Eu só consigo gemer e me contorcer, implorando por mais.
Ela puxa a peça de uma vez, deixando-me completamente exposta, e sem perder tempo se inclina e começa a me lamber, devagar, me olhando, saboreando cada movimento como se fosse a coisa mais deliciosa do mundo.
Eu me seguro nos lençóis, arqueando o corpo, entregando-me completamente.
— Isso… continua… — imploro, com a voz falha, entre gemidos.
Ela acelera, sugando meu clitóris, enquanto dois dedos deslizam para dentro de mim, preenchendo, me fazendo estremecer inteira.
— Gosta assim? — pergunta, olhando-me, maliciosa, com a boca suja dos meus fluidos.
— Aaaaah… sim… não para…
Ela obedece, agora metendo os dedos com mais força, enquanto a língua dança em mim, enlouquecendo meus sentidos.
Sinto meu corpo inteiro vibrar, os músculos tensos, a respiração ofegante, até que o orgasmo me toma de assalto, intenso, arrebatador, me fazendo gritar o nome dela, com a alma saindo do corpo.
Ela sobe, me abraça forte, beija minha boca com carinho, misturando o sabor do meu prazer aos nossos beijos.
— Você é maravilhosa… — sussurra no meu ouvido, enquanto acaricia meus cabelos.
Eu rio, ainda ofegante, e a puxo para deitar do meu lado.
Ficamos ali, entre os lençóis amarrotados, nossas pernas entrelaçadas, os corpos ainda quentes, sem dizer mais nada.
Só ouvindo a respiração uma da outra, sentindo o coração ainda acelerado, com aquele silêncio confortável de quem acabou de se entregar por inteiro.
🔥 Leia também: Fiz minha amiga fazer dupla penetração
E eu só penso numa coisa: quero acordar ao lado dela, muitas e muitas vezes mais.
