O apartamento estava silencioso, exceto pelo som suave da chuva batendo contra as janelas. Lara e Júlia estavam deitadas no sofá, enroscadas sob uma manta, o calor dos corpos se misturando enquanto os olhos se buscavam com uma fome silenciosa.
Lara deslizou os dedos lentamente pelo braço de Júlia, traçando linhas invisíveis na pele macia, enquanto observava a forma como ela suspirava a cada toque.
— Tá com frio? — perguntou, com a voz baixa, como quem não queria interromper a delicadeza do momento.
🔥 Leia também: Putaria gostosa no meio do mato
Júlia sorriu, apertando ainda mais o corpo contra o dela, encaixando a cabeça na curva do pescoço de Lara, inspirando fundo o perfume amadeirado misturado com o cheiro natural de desejo.
— Só um pouco… — respondeu, mas seus mamilos já endureciam sob a regata fina, denunciando que o frio não era o único responsável pela excitação que crescia entre elas.
Lara puxou a manta, deixando à mostra parte da coxa de Júlia, que se arrepiou. Lentamente, Lara se inclinou e beijou ali, um beijo suave, quase tímido, mas que logo se transformou num rastro quente que subia pela perna, em direção ao quadril.
Júlia soltou um gemido discreto, mordendo o lábio inferior, e afastou um pouco mais as pernas, convidando Lara a seguir o caminho.
Os olhos de Lara se encontraram com os dela, um olhar carregado de ternura, mas também de desejo. Não havia pressa entre elas, apenas a vontade de sentir, de descobrir cada nuance, cada suspiro.
Lara subiu um pouco mais, puxando devagar a barra da calcinha rendada de Júlia, expondo a bucetinha, lisa, úmida.
Beijou o baixo ventre com devoção, passando a língua suavemente pela lateral da virilha, enquanto Júlia fechava os olhos e soltava um suspiro longo.
— Você me deixa completamente louca… — confessou Júlia, com a voz embargada de tesão e carinho.
Lara sorriu e subiu, até alcançar os lábios dela, beijando-a com calma, saboreando a maciez, enquanto as mãos percorriam as curvas, apertando suavemente a cintura, deslizando pelas costas nuas.
O beijo ficou mais intenso, as línguas se entrelaçando, até que Lara se posicionou entre as pernas de Júlia e, sem romper o contato visual, desceu novamente, dessa vez determinada.
Com movimentos lentos e precisos, começou a lamber o clitóris de Júlia, fazendo-a arquear o corpo de prazer, enquanto as mãos apertavam os seios por cima da regata, buscando controlar o desejo que agora queimava, impossível de conter.
Lara alternava a velocidade, provocando com lambidas suaves, depois sugando com mais força, ouvindo cada gemido, cada pedido silencioso que Júlia fazia através das contrações involuntárias do corpo.
Júlia entrelaçou os dedos nos cabelos de Lara, guiando o ritmo, abrindo ainda mais as pernas, entregando-se completamente.
O corpo dela tremia suavemente, enquanto Lara, com dois dedos, começou a penetrá-la devagar, mantendo o olhar fixo na expressão de Júlia, que se desfazia em prazer a cada movimento.
A respiração ficou ofegante, o corpo tenso, até que, com um gemido abafado pelo próprio braço, Júlia gozou, deixando-se afundar no sofá, os olhos fechados, o peito subindo e descendo rapidamente.
Lara subiu e a abraçou, beijando-lhe a testa, acariciando o rosto suado e satisfeito.
— Você é perfeita… — sussurrou, enquanto Júlia abria os olhos devagar, sorrindo, com aquela expressão boba e feliz de quem acabou de ser adorada.
As duas permaneceram ali, abraçadas, enquanto a chuva continuava a cair do lado de fora, como trilha sonora perfeita para aquela madrugada silenciosa, quente e íntima.
🔥 Leia também: Fiz minha amiga fazer dupla penetração
Não precisavam de mais nada. Apenas do corpo uma da outra, e daquele desejo doce, que sempre voltava, toda vez que se encontravam.
