Valentina sabia exatamente o efeito que causava.
Alta, com curvas exuberantes, cabelos longos e negros caindo pelas costas nuas, lábios carnudos sempre marcados com um batom vermelho provocante e um olhar que misturava desafio e sedução.
Naquela noite, ela escolheu um vestido de vinil preto, colado ao corpo, que mal escondia o volume marcante entre as pernas. As pernas, longas e bem torneadas, terminavam em saltos agulha, que ela fazia questão de desfilar pelo salão do bar fetichista com naturalidade, atraindo olhares famintos a cada passo.
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Quando seus olhos encontraram os de Lucas, sentado em um canto mais reservado, Valentina não precisou de convite. Sabia que ele estava ali, esperando… por ela.
Aproximou-se devagar, deixando que o salto fizesse seu trabalho, ecoando no chão, despertando atenção e tensão.
Parou bem à frente dele, inclinando-se para que ele sentisse seu perfume adocicado e quente, e perguntou com a voz arrastada, carregada de malícia:
— É você quem eu vim encontrar?
Lucas apenas assentiu, sem conseguir esconder o olhar que percorreu o corpo dela, detendo-se alguns segundos a mais na saliência que o vestido apertado mal conseguia disfarçar.
Valentina sorriu de canto, pegou a mão dele e, sem mais uma palavra, o puxou em direção ao quarto privado no andar de cima.
O ambiente era semi-escuro, com espelhos nas paredes e luzes vermelhas que acentuavam ainda mais o clima de pecado.
Valentina encostou Lucas na parede, segurando-o com firmeza, sem deixar que ele tomasse qualquer iniciativa.
— Hoje, quem manda sou eu… — avisou, enquanto deslizava uma das mãos pelo peito dele, descendo lentamente até alcançar o cós da calça.
Beijou sua boca com força, invadindo, tomando posse, enquanto sua outra mão já trabalhava para libertar o volume que pulsava desesperado sob o jeans.
Em poucos segundos, Lucas estava nu, exposto e vulnerável diante dela, enquanto Valentina continuava impecável, o vestido ainda colado ao corpo.
Ela o empurrou para a cama e subiu sobre ele, sentando-se em seu quadril, esfregando o próprio volume por cima do pau dele, fazendo ambos soltarem gemidos abafados.
— Tá vendo o que você faz comigo? — provocou, enquanto deslizava a barra do vestido pra cima, revelando o pau ereto, grande e grosso, que latejava de desejo.
Lucas tentou tocá-la, mas ela segurou seus pulsos, imobilizando-os acima da cabeça.
— Não… Você só sente.
E, dizendo isso, começou a esfregar a glande na barriga dele, marcando, provocando, até que desceu devagar, encaixando-se entre as pernas e, com um olhar fixo, começou a chupar o pau dele, com movimentos lentos e intensos.
A boca quente, a língua ágil, a saliva escorrendo… Valentina sabia exatamente como enlouquecer um homem.
Lucas gemia alto, segurando nos cabelos dela, completamente entregue, enquanto Valentina aumentava a velocidade, chupando com vontade, olhando nos olhos, mostrando quem dominava a cena.
Depois, parou, com um fio de saliva ainda ligando sua boca à glande dele, e se levantou, abrindo o preservativo e colocando com destreza, enquanto se posicionava sobre ele.
— Quero que sinta tudo de mim… — sussurrou, e então, devagar, foi se abaixando, sentando no pau dele com o cuzinho quente, até que estivesse completamente preenchida.
Ambos gemeram juntos, os corpos se encaixando com perfeição.
Valentina começou a cavalgar lentamente, deixando que ele sentisse cada centímetro do aperto quente ao redor de sua ereção, enquanto ela mesma segurava o próprio pau, masturbando-se ao mesmo tempo.
Os gemidos preenchiam o quarto, misturados ao som da pele batendo, enquanto ela acelerava, jogando os cabelos para trás, o corpo inteiro brilhando sob a luz vermelha.
— Goza pra mim… — ela ordenou, enquanto apertava o pau dele com mais força, cavalgando com voracidade, até sentir os músculos dele se contraírem.
Lucas explodiu dentro da camisinha, gemendo alto, apertando com força os quadris dela, enquanto Valentina, logo em seguida, também gozou, espirrando jatos quentes sobre o peito dele, o rosto contorcido em prazer absoluto.
Depois, ainda ofegante, ela se inclinou e o beijou com suavidade, passando a mão pelo rosto dele e sussurrando:
— Não esquece… quem manda sou eu.
Levantou-se com a elegância de sempre, ajeitou o vestido e, antes de sair do quarto, lançou aquele olhar fatal por cima do ombro, deixando Lucas ali, nu, exausto e com um sorriso de puro deleite no rosto.
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Valentina sabia: não havia homem — ou mulher — que não se rendesse ao seu encanto. Esse era o encanto de Valentina!
